Será que a minha mãe ia apanhar um táxi?
Pensava que os táxis eram amarelos, em vez disso apareceu um carro com ferrugem. A janela abriu-se, e uma voz velha e rouca disse:
“Quero a mais nova.”
“Filha, vai com este senhor, e faz o que ele te mandar”
Os desejos da minha mãe são ordens para mim. Entrei naquele carro medíocre, e fui falando com o senhor. Tinha mau aspecto, muito mau aspecto.
“Tens que idade?”
“Quase 13”
“Ah, mesmo como eu gosto, ainda por estrear.”
“Estrear o que?”
“Não sabes o que vieste cá fazer?”
“Não, a minha mãe não chegou a explicar-me”
Ele meteu-me a mãe no joelho e acariciou-o.
“Posso meter mais acima se quiseres.”
“Faz parte do trabalho?”
“Tudo o que fizeres comigo e eu quiser vai fazer parte do trabalho”
“Está bem então.”
Meteu a mão dentro da minha saia, e ao ver que não tinha cuecas, fez um sorriso malicioso, como se gostasse. Começava a perceber o que ia fazer. Começou acariciar-me naquele sítio. Estava a ser carinhoso, eu estava a gostar. Era relaxante. Ele dizia que para a minha idade eu era bonita
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